Encorajados por esta primeira iniciativa de colonização nesta região desconhecida, por terra e rio abaixo, em canoas improvisadas, Matias Pedro Sens e Egídio Sens se estabeleceram em pontos da atual Vila Nova, e João Steffens na barra do Rio Perimbó. Estimulados por estes moradores, Matias Gil Sens, acompanhado de esposa e filhos, após sete dias de exaustiva viagem, fixaram residência mais abaixo, em 15 de agosto de 1912, data considerada a chegada desses primeiros colonizadores, seguidos, logo depois, por mais uma leva de colonos.

Chegados ao local, tiveram que enfrentar logo de início, não somente os perigos da mata e a violência dos animais selvagens, como também o ataque de índios. O desenrolar dos dias da nova residência a família foi desbravando matas, construindo atalhos para as roças de cultura, criando aves domésticas e animais necessários à lavoura, fazendo com que o produto conhecido de seu trabalho empolgasse outras famílias a também fixar moradia nessa região.




Chegados ao local, tiveram que enfrentar logo de início, não somente os perigos da mata e a violência dos animais selvagens, como também o ataque de índios. O desenrolar dos dias da nova residência a família foi desbravando matas, construindo atalhos para as roças de cultura, criando aves domésticas e animais necessários à lavoura, fazendo com que o produto conhecido de seu trabalho empolgasse outras famílias a também fixar moradia nessa região. Seguiram os passos de Matias Gil Sens e seus familiares os agricultores: Adão e Jacob Sens na sede; Fernando Sens e Leopoldo Ludwig na Barra do Rio Gabiroba; Guilherme Mohr no Rio Batalha e muitos outros, cada qual dando sua parcela de contribuição para o desenvolvimento da região.









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